Eduardo Olivatto comenta punição de Allan no STJD após expulsão contra a Chapecoense
- Eduardo Olivatto
- 10 de jun.
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A decisão do STJD envolvendo Allan, do Palmeiras, gerou forte debate entre torcedores e comentaristas. Em análise sobre o caso, Eduardo Olivatto comentou a punição aplicada ao jogador após a expulsão na partida contra a Chapecoense, pelo Campeonato Brasileiro. O atacante recebeu dois jogos de suspensão pela expulsão ocorrida ainda no primeiro tempo da partida. Segundo informações publicadas pelo STJD, Allan foi julgado com base no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, relacionado à prática de jogada violenta. A decisão foi tomada em primeira instância, com possibilidade de recurso ao Pleno.
Eduardo Olivatto destaca contradição no julgamento
O ponto central levantado por Eduardo Olivatto está no próprio entendimento apresentado durante o julgamento. O relator José Maria Philomeno considerou que Allan não teve intenção deliberada de machucar o adversário, mas entendeu que houve imprudência na disputa de bola.
Na prática, a punição se sustentou não pela intenção de agredir, mas pela interpretação de que o jogador chegou atrasado ao lance e utilizou a sola da chuteira de forma imprudente. Esse detalhe alimentou a discussão sobre o peso da decisão e sobre o critério aplicado ao caso.
Punição impacta planejamento do Palmeiras
A suspensão de Allan chega em um momento sensível para o Palmeiras. O elenco já enfrenta limitações por conta de convocações e ausências, o que torna cada baixa ainda mais relevante para o planejamento de Abel Ferreira no retorno das competições. De acordo com o ge, a punição de dois jogos considera também a suspensão automática pelo cartão vermelho, e o Palmeiras pretende recorrer da decisão.
Palmeiras deve recorrer da decisão
Como a decisão ainda é de primeira instância, o departamento jurídico do Palmeiras pode buscar efeito suspensivo ou tentar reduzir a pena no Tribunal Pleno do STJD. Para Eduardo Olivatto, o caso deixa um sentimento de insatisfação entre palmeirenses, principalmente pela leitura de que o próprio julgamento reconhece a ausência de intenção clara de machucar o adversário. A discussão, portanto, não gira apenas em torno da expulsão, mas também sobre proporcionalidade, critério disciplinar e impacto esportivo em um momento decisivo da temporada.





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